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Leminski best-seller

Essa fotografia fiz  no Conjunto Nacional, Av. Paulista, véspera da Páscoa de 2013.  Livraria da Cia. das Letras.

Bonito de ver uma antologia poética tomar a vitrine toda!

 



Escrito por Ben-Hur Demeneck às 09h14
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Especialização em jornalismo literário abre nova turma em São Paulo

Divulgação de pós-graduação em Jornalismo Literário. As inscrições estão abertas até 25 de fevereiro.


1) DURAÇÃO DO CURSO / MÓDULOS

Qual a duração do curso?
As aulas ocorrem de março de 2013 a junho de 2014, totalizando 370 horas-aula. O calendário inclui aulas presenciais e individuais para orientação dos trabalhos de conclusão de curso (produção de uma narrativa de não-ficção - reportagem, perfil, relato de viagem ou texto autobiográfico, ou, para quem preferir, uma monografiasobre um dos temas/assuntos apresentados durante as aulas). O curso é encerrado com um Seminário Científico de Jornalismo Literário, em junho de 2014.

Importante: ao longo de todo o curso, os alunos produzem vários outros textos narrativos. Embora forneça um sólido conteúdo teórico, este curso está focado, principalmente, na prática da “narrativa de não-ficção”.
 
Quais são os principais módulos do curso?
•       Jornalismo Literário: História e Conceitos
•       Fundamentos Narrativos
•       Grande Reportagem
•       Biografismo (Perfis e Biografias)
•       Criatividade: Conceitos e Práticas
•       Literatura
•       Livro-reportagem
•       Ensaio pessoal e memórias
•       Narrativa de viagem
•      História Oral
•        Estrutura Narrativa Mítica
•       Pauta & Produção em Jornalismo Literário
 
O curso inclui, ainda, as aulas de Didática do Ensino Superior e Metodologias de Pesquisa.

2) LOCAL DO CURSO / BOLSAS DE ESTUDO
 
 
As aulas paulistas da futura turma 2013, programadas para início em março, acontecerão na sede da Casa das Rosas – Av. Paulista, 37 -, em pleno coração simbólico do dinamismo cosmopolita de São Paulo, a poucos metros de outras instituições culturais igualmente importantes. Por perto, inúmeras facilidades. Estações de metrô Brigadeiro e Paraíso, restaurantes, lanchonetes, bares, cinemas, teatros, um shopping center. Para quem vem de fora,  estabelecimentos hoteleiros econômicos, como o Hotel Paraíso - http://www.sphotelparaiso.com.br -, a Residenza Mantovani - www.residenzamantovani.com.br -, o Ibis Budget São Paulo Paraiso - http://www.accorhotels.com/pt/hotel-3531-ibis-budget-sao-paulo-paraiso-anteriormente-no-formule-1/index.shtml - e outros. Dois dos encontros acontecerão no também aprazível espaço da Casa Guilherme de Almeida, na Rua Macapá, 187, em Perdizes.
 
Pela primeira vez será possível oferecer bolsas de estudos integrais. Graças aos dois novos parceiros, quatro bolsas estarão disponíveis, exclusivamente para a turma de São Paulo. A condição é que os vencedores se comprometam a centrar o futuro TCC – Trabalho de Conclusão de Curso – no tema Guilherme de Almeida e/ou Poesia Modernista Brasileira ou no tema Haroldo de Campos e/ou Poesia Concreta Brasileira, trabalhando-o, naturalmente, em estilo JL.
 
Os interessados precisam primeiramente cadastrarem-se ao curso, no portal da ABJL – www.abjl.org.br -, enviando em seguida e-mail ao diretor do curso - ed.pl@terra.com.br -, informando que fizeram o cadastro online e que desejam concorrer à bolsa. Edvaldo Pereira Lima responderá e-mail comprovando a inscrição para o curso e para a bolsa. Em seguida, precisam enviar até o dia 25 de fevereiro de 2013 para o e-mail casaguilhermedealmeida@gmail.com o seguinte: currículo, uma carta comentando como abordaria o tema escolhido, dentre as opções assinaladas neste parágrafo, o comprovante da pré-inscrição ao curso e à bolsa fornecido pelo diretor do curso. Portadores de graduação em todas as áreas podem fazer o curso, assim como podem concorrer à bolsa. Nesse caso, porém, será dada preferência a graduados em Comunicação Social e Letras.
 
As bolsas poderão não ser concedidas, nem o curso realizado, caso não se preencha o número mínimo de vagas previsto. No dia 25 de fevereiro será informado aos inscritos se foram constituídas, respectivamente, as turmas de São Paulo e de Curitiba.


3) Para acessar o página da ABJL e saber sobre matrícula, mensalidades e outras informações, clique AQUI 



Escrito por Ben-Hur Demeneck às 11h27
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Escrito por Ben-Hur Demeneck às 19h27
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Pós-Graduação em Jornalismo Literário Volta a Curitiba

Pós-Graduação em Jornalismo Literário Volta a Curitiba

 

      Após uma primeira vez na cidade em 2007, volta a Curitiba o curso de pós-graduação (lato sensu) em jornalismo literário dirigido por Edvaldo Pereira Lima, com a chancela ABJL – Academia Brasileira de Jornalismo Literário – e parceria com a Faculdade Vicentina.

      As inscrições estão abertas no portal da ABJL – www.abjl.org.br - até o dia 24 de fevereiro e as aulas estão programadas para início em 09 de março, sujeitas à formação de turma.

Experiência pioneira

     Único curso de pós-graduação em jornalismo literário do país, este programa acontece desde 2005, essencialmente em São Paulo, com realizações paralelas, em alguns anos, também em Porto Alegre, Brasília, Campinas e Goiânia, além de Curitiba. Liderado pelo jornalista, escritor e professor da USP (aposentado) Edvaldo Pereira Lima, considerado o pesquisador mais importante da área no circuito acadêmico, autor de livros especializados como o clássico Páginas Ampliadas (já em quarta edição), conta no corpo docente, além do próprio Edvaldo, com profissionais de prestígio no campo, como Monica Martinez, Renato Modernell e  Alex Criado. O curso em Curitiba deverá contar também com professores locais convidados, como a jornalista Joanita Ramos.

     As aulas acontecem quinzenalmente, sempre às sextas à noite e sábado o dia inteiro. Concluído o curso, o aluno recebe certificado emitido pela Faculdade Vicentina.

    Mais informações: www.abjl.org.br



Escrito por Ben-Hur Demeneck às 18h41
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Microexposição “Tirinhas Translúcidas"

Registro da microexposição “Tirinhas Translúcidas", de Danilo Kossoski. Data 1º de fevereiro de 2013, sábado; Biblioteca Municipal de Ponta Grossa.

 

 



Escrito por Ben-Hur Demeneck às 20h32
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Bootsy Collins no Brasil

Imagens da memorável apresentação de Bootsy Collins no Brasil. Dia 27 de janeiro de 2013, 19h, Sesc Pompéia, São Paulo (SP). Imagens de Ben-Hur Demeneck.

 

 

Para efeito de comparação, assista a um vídeo popular no YouTube com Bootsy Collins tocando Stretchin'Out .



Escrito por Ben-Hur Demeneck às 10h26
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Teatro - "Namíbia, não" começa com o absurdo de uma deportação forçada em massa rumo à África




Dica para quem gosta de peças com um ponto de partida absurdo, fantástico, e que se desenrola mostrando muito de nosso mundo concreto. Chama-se “Namíbia, não”. A cena se passa em 2016 dentro de um apartamento dividido por dois primos, logo tornado uma prisão por eles não poderem sair. O fato é que eles têm “melanina acentuada” e todos nessa classificação serão presos e enviados “de volta para a África” como uma forma de reparação pelos três séculos de escravidão. Tudo resulta de uma medida provisória decretada pelo governo brasileiro.

A peça é muito atraente por fazer pensar sobre o que significam as leis em nossas vidas. O verdadeiro estado de sítio criado, ao estilo Albert Camus, trata de uma lei grotescamente direta, mas não menos direta que todas as que descuidamos existir. “Namíbia, não” já mostra o aparente desconhecimento geral sobre o continente africano porque na Namíbia se fala alemão. Difícil saber que tenha de antemão essa informação porque a escola e os jornais pouco dão destaque para questões culturais, como as línguas faladas na África. Essa é uma análise que faço, pois o texto não tem essa exposição que só cabe a um texto apenas escrito.

A peça consegue fazer o espectador pensar no que é ser brasileiro e em que situação ocupa a África no mundo. As migrações e diásporas explicam muito como a constituição da América e traz diversas questões ainda não enfrentadas a valer. Mudando de assunto, eu gosto muito de pensar o que leva um autor a chegar numa ideia, sem preocupação em acertar - puro jogo pessoal. Imagino que a ideia de “Namíbia, não” poderia ter vindo da dificuldade, apontada no texto, dos negros brasileiros identificarem o país de origem de seus ancestrais. Até porque Rui Barbosa mandou queimar todos os arquivos sobre a escravidão, referência também feita na peça junto a muitas informações sobre como a da contribuição daquele continente à medicina – vale lembrar que o primeiro transplante de coração, em 1967, deu-se por lá .

Como se fosse uma conversa inteligente em que argumentos se colocam em teste, misturam-se informações, interpretações com ações do dia a dia e referências populares como “o advogado que foi no Jô Soares”. Menciona-se artistas televisivos como Camila Pitanga, pensando quem ia embora (ou “voltar”, de acordo com o ponto de vista). Para Camila, “o caso dela é facultativo”. Estranho pensar que “até” o Joaquim Barbosa ira ter de embarcar num “avião-negreiro”. Para os primos André e Antonio, uma opção seria escolher o Quênia porque lá vive a “vovó Obama”. O presidente norte-americano vira um dos alvos de polêmica.

Um dos primos estuda para ser advogado e outro para ser diplomata. Ficam em casa porque sabem que, conforme disposto no artigo 150 do Código Penal, o lar não pode ser violado. Em uma das cenas, eles observam da janela do apartamento a vizinha ser presa, logo ela que não se considerava uma “melanina acentuada” como dava a perceber nas reuniões de condomínio. Ela tentou se defender da detenção dizendo ser “parda”. Novo motivo de piada. Humor e palavra afiada dividem espaço com as provocativas informações que, para pagar a dívida histórica em reais, seriam necessários R$ 900 bilhões. Mas se judeus recebiam indenização do estado alemão pelos trabalhos forçados durante a Segunda Guerra e os japoneses recebiam dos EUA por questão de aprisionamento em guerra, por que não aqueles que foram escravizados? Provocações a intimidar os cofres públicos do Brasil ou da extinta coroa portuguesa.

O texto é de autoria de Aldri Anunciação, ele que está em cena junto ao Flávio Bauramaqui sob a direção de Lázaro Ramos. As apresentações são feitas no teatro de Arena Eugênio Kusnet, na região da República. No dia 25 de janeiro, houve substituições dos atores. Dessa vez encenaram Fernando Santana e Sérgio Menezes. A peça integra a “Nova dramaturgia da melanina acentuada” e está em cartaz até 17 de fevereiro.



Escrito por Ben-Hur Demeneck às 12h22
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O Safári da Estrela Negra - Theroux

 

 


"Um aspecto mórbido da minha partida para a África foi que comecei a receber condolências. Diga que vai viajar para um lugar perigoso. Seus amigos telefonarão solidários, como se você tivesse contraído uma doença perigosa, que poderá se tornar fatal. Apesar disso, inesperadamente, achei as mensagens animadoras, uma prévia reconfortante de como seria o meu falecimento. Muitas lágrimas! Muita gente enlutada! Mas também, sem dúvida, muita gente se gabando socialmente: 'Eu disse para ele não fazer isso. Fui uma das últimas pessoas a falar com ele.'"


THEROUX, Paul. O Safári da Estrela Negra - uma viagem atráves da África. Trad. Paulo Afonso. Rio de Janeiro: Objetiva, 2009. p. 17.



Escrito por Ben-Hur Demeneck às 17h05
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Pignatari e McLuhan

 

 

 

Quantos exemplares desse livro não amarelaram nas mãos de quem se interessou pelos meios comunicação? Quantas vezes não circulou entre quem quis decifrar se rádio era mesmo "cool"?

A tradução do Pignatari é daquelas que beneficia o traduzido. Não que o McLuhan precisasse. Foi uma conjunção de mentes brilhantes. Daqui, um poeta de vanguarda, de lá um acadêmico que montava imagens como "Fotografia - o bordel sem paredes", "Dinheiro: o carnê do pobre".



Escrito por Ben-Hur Demeneck às 00h12
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